Em 2016 a Semana Internacional do Acesso Aberto (Open Access Week) irá decorrer de 24 a 30 de outubro, enquadrando-se numa iniciativa internacional que tem como objetivo disseminar o Acesso Aberto ao conhecimento, promovida pela SPARC (Scholarly Publishing and Academic Resources Coalition).
A nível internacional, os eventos que irão decorrer serão divulgados em www.openaccessweek.org.
Contamos com as iniciativas de todos e com cada uma em particular.
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21 de outubro de 2016
Open Access Week, 24-30 Outubro
Vai-se realizar uma semana dedicada ao acesso livre de 24 a 30 de Outubro. Mais informações sobre as actividades em Portugal nesta semana podem ser encontradas no site acessolivre.pt:
26 de setembro de 2016
Workshop Lisboa Aberta, Lisboa, 19 Outubro
Dizem que a câmara municipal de lisboa vai organizar um workshop à volta do Lisboa Aberta em Outubro.
A Câmara Municipal de Lisboa encontra-se a desenvolver um portal de dados abertos designado Lisboa Aberta, que tem como objetivo a disponibilização de informação sobre a cidade de Lisboa em formatos abertos.
No sentido de recolher informação que nos ajude a responder cada vez melhor às necessidades daqueles que procuram informação sobre a cidade, vamos realizar um workshop no dia 19 de outubro. Será um espaço informal de discussão e elaboração de propostas sobre o portal e outras que potenciem a reutilização e a investigação sobre os dados, bem como a identificação de parcerias para o efeito.
Este encontro irá realizar-se no dia 19 de outubro, quarta-feira, das 9:30h às 18:00h, em local e com agenda a enviar brevemente.
3 de agosto de 2016
26 de maio de 2016
Encontro Open Source Portugal, Lisboa, 30 Maio
Integrado na European Makers Week, o Encontro Open Source Portugal visa reunir e promover a interacção entre os atores e interessados a atuar no território nacional e que se revêm na atitude Open Source, que assenta nos princípios de Colaboração, Participação, Transparência e Liberdade para Inovar. Ao longo do dia teremos cerca de 22 apresentações de iniciativas, projetos e pessoas, e bem como espaço para networking e alinhamento de estratégias. O Encontro Open Source Portugal visa demonstrar, ligar e amplificar o impacto das pessoas e organizações que estão a desenhar, partilhar, fazer, trabalhar, explorar, debater, defender e suportar um mundo aberto. Dia 30 de Maio pelas 10:00 no Auditório do Edifício L - IAPMEI - Lisboa. Programa detalhado: http://ospt.artica.cc/ Inscrições: http://events.europeanmakerweek.eu/events/view/74
22 de abril de 2016
Encontro Open Source Portugal 30 Maio 2016
Estou a organizar pela Artica o Encontro Open Source Portugal dia 30 de Maio na Universidaed Lusófona. Está aberto para submissões de talks até dia 27 de Abril. Podendo é submeter e participar.
3 de novembro de 2015
II Workshop Dados Abertos - Open and Linked Data, Lisboa, 6 Novembro
II Workshop Dados Abertos - Open and Linked Data, Lisboa, 6 Novembro
«Open and Linked Data» será o tema do II Workshop Dados Abertos que a Agência para a Modernização Administrativa, IP (AMA) está a organizar para a manhã do próximo dia 6 de novembro no INE - Instituto Nacional de Estatística.
Este workshop abordará questões relacionadas com Administração Aberta e Dados Abertos, focando nos conceitos e potencialidades como Linked Data e Web Semântica, e apresentando o ponto de situação de projetos estratégicos como a evolução do portal nacional - dados.gov. O módulo principal do workshop será dado por Michiel de Keyzer, Manager na PwC e responsável por várias iniciativas de Open Data, Interoperabilidade e TIC, a nível europeu.
Esta sessão é dirigida a técnicos e dirigentes responsáveis por áreas relacionadas com geração de dados por parte da Administração Pública, no contexto de gestão de sistemas de informação, produção de estatística ou gestão de projetos, e a qualquer interessado sobre os temas da Administração Aberta e de open data.
Decorrerá entre as 9h30 e as 13h00 da próxima 6ª feira, 6 de novembro, na Av. António José de Almeida 5, em Lisboa.
A participação é livre mas exige confirmação através do email comunicacao@ama.pt até ao próximo dia 4 de novembro.
A AMA é o instituto público responsável pelo desenvolvimento do repositório nacional de dados abertos - dados.gov -, e pela promoção de políticas relacionadas com as temáticas da Administração Aberta em Portugal. Este Workshop tem como objetivo sensibilizar para a importância da disponibilização de dados de qualidade no contexto nacional e europeu.
21 de novembro de 2014
Entrevista a Miguel Laginha do One.Stop.Transport
Coloquei umas perguntas ao Miguel Laginha, empregado do IPN em Coimbra e parte da equipa responsável pelo projecto One.Stop.Transport e que também fez parte organização do RAW Open Data. Seguem as respostas em baixo.
De onde surgiu a ideia para o One.Stop.Transport? Quem são as pessoas que estão a levar o projecto avante? Quais os apoios que tiveram até ao momento?
A plataforma One.Stop.Transport é um dos resultado do TICE.Mobilidade, um projecto mobilizador que envolveu 26 parceiros a nível nacional, cujo objectivo é mudar o paradigma da mobilidade em Portugal através da criação de um ecossistema de aplicações e serviços com base em dados abertos. Um dos sub-projectos tem um carácter horizontal e consiste numa plataforma de dados abertos que disponibiliza informação de mobilidade aos outros, de carácter vertical. Esta plataforma - One.Stop.Transport - agrega dados abertos (open data) de vários *players* da mobilidade em Portugal e disponibiliza um ambiente de desenvolvimento a empresas que pretendam usar os dados para construir soluções inovadoras orientadas ao cidadão.
O projecto TICE.Mobilidade foi financiado pela AdI e pelo Compete num valor perto dos 5,5M€ ao longo de três anos e meio de projecto. Foi coordenado e liderado (informalmente) pelo Instituto Pedro Nunes, em Coimbra e contou com a participação de instituições do Sistema Científico e Tecnológico Nacional (SCTN) como de empresas.
Quantas apps tem registadas no sistema neste momento? Encontram-se todas funcionais?
Muitas das aplicações que estão registadas ou alojadas no nosso marketplace são resultado de concursos de aplicações ou de desenvolvimentos internos e, como tal, não apresentam um elevado grau de profissionalismo e/ou funcionalidade.
No entanto, já existem algumas aplicações profissionais e comerciais que exploram os dados abertos disponibilizados pela plataforma OST, de que é exemplo a Moovit e a OpenTripPlanner for Android, que têm milhões de utilizadores em todo o mundo. Estamos ainda em contacto com outras apps e serviços como o Rome2Rio, Transit App, AllRyder, CityMapper, entre outras, no sentido de vir integrar brevemente via OST e, assim, explorar o mercado nacional.
Tanto quanto sei o projecto nasceu em Coimbra, houve apoios da câmara municipal? Há contactos com outras entidades de outras cidades? Quais as cidades de portugal abrangidas pela plataforma ao certo?
O projecto nasceu em Coimbra e começou por abranger os Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC) - que pertencem à Câmara Municipal - mas rapidamente expandiu para outras cidades. Actualmente a plataforma OST tem dados de Coimbra (SMTUC), Aveiro (MoveAveiro), Lisboa (apenas Carris) e Porto (apenas STCP), e conta ainda com a colaboração da Transdev e CP num âmbito inter-urbano.
Quais os vossos fornecedores de dados? Foi dificil conseguir estabelecer contacto com eles? Disponibilizam os dados publicamente para além da ligação com a vossa plataforma?
Naturalmente, há operadores mais sensíveis à temática dos dados abertos que outros, o que se reflecte na receptividade para colaborar com esta initiativa. Foi sempre nosso objectivo sensibilizar os diferentes *players* para a importância de disponibilizar os dados e para o impacto que isso tem nos cidadãos, nas empresas e nos próprios operadores de transportes. Este é um caminho que temos vindo a percorrer e pretendemos continuar no futuro.
Alguns operadores já disponibilizavam os seus dados estáticos de forma livre e gratuita a terceiros antes de colaborarem com a plataforma OST. No entanto, a maioria usa a OST como único meio para publicar os seus dados de apoio ao passageiro, de forma estandardizada e estruturada segundo as melhores práticas internacionais associadas ao *open data*.
Qual o lag temporal dos dados em tempo real dos fornecedores?
Actualmente, a plataforma OST não disponibiliza dados em tempo real de qualquer fornecedor em Portugal. Isto prende-se com uma variedade de problemas e obstáculos verificados "no terreno", embora a plataforma suporte essa funcionalidade, tendo sido testada com dados abertos de outros países como o Reino Unido e os Estados Unidos.
Qual é a vossa principal dificuldade em obter mais fornecedores?
Há várias dificuldades no caminho que temos vindo a percorrer. Alguns fornecedores são muito protectores da sua informação, temendo a sua utilização "sem controlo" por terceiros. Outros operadores fazem uma utilização comercial e mutuamente exclusiva dos seus dados, o que inibe a disponibilização gratuita dos mesmos a potenciais concorrentes. Entre receios, proteccionismos e alguma falta de meios, é nossa convicção que o caminho será percorrido por todos, mais tarde ou mais cedo, como mostram os variadíssimos exemplos a nível internacional. O mais conhecido é talvez o caso de Londres, em que a TfL (Transport for London) começou por agir judicialmente contra os developers que faziam uso não autorizado de dados, sendo actualmente a promotora de concursos de aplicações anuais com os seus dados, dos quais surgem dezenas de novas aplicações de mobilidade.
Porque motivo é preciso registar-nos no site para usar as apps? Não seria mais userfriendly poder-se usar e pronto?
Essa obrigatoriedade já não existe, precisamente por ter sido uma das sugestões mais comuns enviadas por utilizadores da OST e que concordámos em resolver.
Quais os próximos passos para a evolução da plataforma? Estão à procura de ajuda? Em que aspectos podem as pessoas contribuir para a plataforma?
A estratégia futura passa por consolidar a plataforma e dar-lhe um âmbito mais alargado que o nacional, no sentido de criar valor e atingir um nível de sustentabilidade e viabilidade comercial. Há vários meios para atingir este fim, e estamos a considerar as várias possibilidades existentes.
A equipa da OST está aberta a sugestões de melhoria proveniente de utilizadores e, no geral, todo o *feedback* é bem vindo. Também vemos como muito útil todas as acções de disseminação espontâneas e orgânicas no sentido de dar a conhecer o projecto a mais cidadãos, empresas e operadores. Por exemplo, em Coimbra a maioria dos utilizadores de transportes colectivos ainda desconhece a existência de aplicações mobile de apoio ao passageiro disponíveis integradas com os SMTUC, e que poderia usar para se movimentar de forma mais eficaz e eficiente. No fundo, se as aplicações não chegarem às mãos dos cidadãos a plataforma OST não consegue ter um real impacto na vida das cidades.
Também estiveste envolvido com a organização do evento RAW Open Data, organizado pelo IPN e que decorreu 16 e 17 Outubro em Coimbra. Podes explicar melhor qual foi o seu objectivo e como correu?
O RAW Open Data teve como principal objectivo a discussão e a partilha de conhecimento e experiências dentro da comunidade open data. Com os temas abordados pelos diferentes oradores tentámos sensibilizar o público para esta temática e mostrar o potencial dos dados abertos para a sustentabilidade socio-económica da Europa.
O evento contou com participantes e oradores internacionais e de diferentes áreas de actividade, o que proporcionou a divulgação de projectos e iniciativas, a troca de ideias e um networking muito enriquecedor a todos os presentes.
Paralelamente ao evento, foi organizada uma hackathon em que os participantes tiveram à disposição dados da plataforma OST, da Universidade de Coimbra e do SAPO para a criação de aplicações móveis.
De onde surgiu a ideia para o One.Stop.Transport? Quem são as pessoas que estão a levar o projecto avante? Quais os apoios que tiveram até ao momento?
A plataforma One.Stop.Transport é um dos resultado do TICE.Mobilidade, um projecto mobilizador que envolveu 26 parceiros a nível nacional, cujo objectivo é mudar o paradigma da mobilidade em Portugal através da criação de um ecossistema de aplicações e serviços com base em dados abertos. Um dos sub-projectos tem um carácter horizontal e consiste numa plataforma de dados abertos que disponibiliza informação de mobilidade aos outros, de carácter vertical. Esta plataforma - One.Stop.Transport - agrega dados abertos (open data) de vários *players* da mobilidade em Portugal e disponibiliza um ambiente de desenvolvimento a empresas que pretendam usar os dados para construir soluções inovadoras orientadas ao cidadão.
O projecto TICE.Mobilidade foi financiado pela AdI e pelo Compete num valor perto dos 5,5M€ ao longo de três anos e meio de projecto. Foi coordenado e liderado (informalmente) pelo Instituto Pedro Nunes, em Coimbra e contou com a participação de instituições do Sistema Científico e Tecnológico Nacional (SCTN) como de empresas.
Quantas apps tem registadas no sistema neste momento? Encontram-se todas funcionais?
Muitas das aplicações que estão registadas ou alojadas no nosso marketplace são resultado de concursos de aplicações ou de desenvolvimentos internos e, como tal, não apresentam um elevado grau de profissionalismo e/ou funcionalidade.
No entanto, já existem algumas aplicações profissionais e comerciais que exploram os dados abertos disponibilizados pela plataforma OST, de que é exemplo a Moovit e a OpenTripPlanner for Android, que têm milhões de utilizadores em todo o mundo. Estamos ainda em contacto com outras apps e serviços como o Rome2Rio, Transit App, AllRyder, CityMapper, entre outras, no sentido de vir integrar brevemente via OST e, assim, explorar o mercado nacional.
Tanto quanto sei o projecto nasceu em Coimbra, houve apoios da câmara municipal? Há contactos com outras entidades de outras cidades? Quais as cidades de portugal abrangidas pela plataforma ao certo?
O projecto nasceu em Coimbra e começou por abranger os Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC) - que pertencem à Câmara Municipal - mas rapidamente expandiu para outras cidades. Actualmente a plataforma OST tem dados de Coimbra (SMTUC), Aveiro (MoveAveiro), Lisboa (apenas Carris) e Porto (apenas STCP), e conta ainda com a colaboração da Transdev e CP num âmbito inter-urbano.
Quais os vossos fornecedores de dados? Foi dificil conseguir estabelecer contacto com eles? Disponibilizam os dados publicamente para além da ligação com a vossa plataforma?
Naturalmente, há operadores mais sensíveis à temática dos dados abertos que outros, o que se reflecte na receptividade para colaborar com esta initiativa. Foi sempre nosso objectivo sensibilizar os diferentes *players* para a importância de disponibilizar os dados e para o impacto que isso tem nos cidadãos, nas empresas e nos próprios operadores de transportes. Este é um caminho que temos vindo a percorrer e pretendemos continuar no futuro.
Alguns operadores já disponibilizavam os seus dados estáticos de forma livre e gratuita a terceiros antes de colaborarem com a plataforma OST. No entanto, a maioria usa a OST como único meio para publicar os seus dados de apoio ao passageiro, de forma estandardizada e estruturada segundo as melhores práticas internacionais associadas ao *open data*.
Qual o lag temporal dos dados em tempo real dos fornecedores?
Actualmente, a plataforma OST não disponibiliza dados em tempo real de qualquer fornecedor em Portugal. Isto prende-se com uma variedade de problemas e obstáculos verificados "no terreno", embora a plataforma suporte essa funcionalidade, tendo sido testada com dados abertos de outros países como o Reino Unido e os Estados Unidos.
Qual é a vossa principal dificuldade em obter mais fornecedores?
Há várias dificuldades no caminho que temos vindo a percorrer. Alguns fornecedores são muito protectores da sua informação, temendo a sua utilização "sem controlo" por terceiros. Outros operadores fazem uma utilização comercial e mutuamente exclusiva dos seus dados, o que inibe a disponibilização gratuita dos mesmos a potenciais concorrentes. Entre receios, proteccionismos e alguma falta de meios, é nossa convicção que o caminho será percorrido por todos, mais tarde ou mais cedo, como mostram os variadíssimos exemplos a nível internacional. O mais conhecido é talvez o caso de Londres, em que a TfL (Transport for London) começou por agir judicialmente contra os developers que faziam uso não autorizado de dados, sendo actualmente a promotora de concursos de aplicações anuais com os seus dados, dos quais surgem dezenas de novas aplicações de mobilidade.
Porque motivo é preciso registar-nos no site para usar as apps? Não seria mais userfriendly poder-se usar e pronto?
Essa obrigatoriedade já não existe, precisamente por ter sido uma das sugestões mais comuns enviadas por utilizadores da OST e que concordámos em resolver.
Quais os próximos passos para a evolução da plataforma? Estão à procura de ajuda? Em que aspectos podem as pessoas contribuir para a plataforma?
A estratégia futura passa por consolidar a plataforma e dar-lhe um âmbito mais alargado que o nacional, no sentido de criar valor e atingir um nível de sustentabilidade e viabilidade comercial. Há vários meios para atingir este fim, e estamos a considerar as várias possibilidades existentes.
A equipa da OST está aberta a sugestões de melhoria proveniente de utilizadores e, no geral, todo o *feedback* é bem vindo. Também vemos como muito útil todas as acções de disseminação espontâneas e orgânicas no sentido de dar a conhecer o projecto a mais cidadãos, empresas e operadores. Por exemplo, em Coimbra a maioria dos utilizadores de transportes colectivos ainda desconhece a existência de aplicações mobile de apoio ao passageiro disponíveis integradas com os SMTUC, e que poderia usar para se movimentar de forma mais eficaz e eficiente. No fundo, se as aplicações não chegarem às mãos dos cidadãos a plataforma OST não consegue ter um real impacto na vida das cidades.
Também estiveste envolvido com a organização do evento RAW Open Data, organizado pelo IPN e que decorreu 16 e 17 Outubro em Coimbra. Podes explicar melhor qual foi o seu objectivo e como correu?
O RAW Open Data teve como principal objectivo a discussão e a partilha de conhecimento e experiências dentro da comunidade open data. Com os temas abordados pelos diferentes oradores tentámos sensibilizar o público para esta temática e mostrar o potencial dos dados abertos para a sustentabilidade socio-económica da Europa.
O evento contou com participantes e oradores internacionais e de diferentes áreas de actividade, o que proporcionou a divulgação de projectos e iniciativas, a troca de ideias e um networking muito enriquecedor a todos os presentes.
Paralelamente ao evento, foi organizada uma hackathon em que os participantes tiveram à disposição dados da plataforma OST, da Universidade de Coimbra e do SAPO para a criação de aplicações móveis.
20 de outubro de 2014
Semana International do Acesso Aberto, Braga, 20-26 Outubro
A Universidade do Minho (UMinho) associa-se às instituições que a nível mundial promovem a Semana Internacional do Acesso Aberto (Open Access Week) entre os dias 20 e 26 de Outubro. No conjunto de iniciativas previstas na UMinho, destaque para a participação de membros da equipa de projetos Open Access dos Serviços de Documentação da UMinho (SDUM) em vários webinars sob a égide do projeto OpenAIRE – Infraestrutura de Acesso Aberto para a Investigação na Europa.Mais informações na página do evento.
8 de outubro de 2014
RAW Open Data, Coimbra, 16-17 Outubro
Organizado pelo IPN em Coimbra numa cooperação entre dois projectos Europeus complementares: CITEK e Transcreativa, o RAW Open Data que vai decorrer dias 16 e 17 de Outubro pretende dar mais atenção ao Open Data em Portugal. Conta com speakers do Reino Unido, Espanha, Grécia, França, Itália e Portugal. Mais informações no website do evento:
http://rawopendata.ipn.pt/
30 de julho de 2014
4ª edição do Cidadania 2.0, Porto, 26-27 Setembro
Estão abertas as inscrições para a 4ª edição do evento Cidadania 2.0, que irá decorrer dias 26 e 27 de Setembro no Porto.
16 de abril de 2014
Submissão de trabalhos para a 5ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto
27 de março de 2014
Webinário europeu sobre dados eleitorais, Porto, 11 Abril
15 de fevereiro de 2014
Open Access no Horizonte 2020
"No passado dia 6 de fevereiro, no âmbito da Reunião do projeto RCAAP nas Jornadas da FCCN 2014, foi realizada um breve apresentação sobre as orientações de Acesso Aberto às publicações e dados científicos no programa-quadro Horizonte 2020."
Fica aqui o link para consulta no website dos serviços de documentação da universidade do minho.
24 de outubro de 2013
Webinar: Diretrizes Open Access da Comissão Europeia para projetos de investigação científica
Os Serviços de Documentação da Universidade do Minho promovem no dia 25 de outubro, das 11h00 às 12h00, o Webinar “Diretrizes Open Access da Comissão Europeia para projetos de investigação científica”. Este seminário – online e gratuito – é um evento integrado na Semana Internacional do Acesso Aberto, a decorrer de 21 a 27 de outubro, e organizado no âmbito da Infraestrutura Open Access para a investigação na Europa – OpenAIRE.
16 de setembro de 2013
OKCon Live
A conferência organizada pela associação Open Knowledge está a realizar-se em Genebra neste momento, o programa inclui várias talks sobre conhecimento aberto e é em si aberto a participação remota.
17 de abril de 2013
CONFOA 2013
A 4ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto (CONFOA) realizar-se-á na Universidade de São Paulo, Brasil, nos dias 6 a 9 de outubro de 2013 e pretende reunir interessados em atividades de investigação, desenvolvimento, gestão de serviços e definição de políticas relacionadas com o acesso aberto à produção científica produzida em instituições de ensino e investigação.
Temas a desenvolver no âmbito da Conferência:
- Políticas públicas de acesso aberto, mandatos em instituições de ensino, de investigação e desenvolvimento e em agências financiadoras de ciência.
- Softwares abertos, protocolos de interoperabilidade entre repositórios e outros sistemas de informação de apoio à atividade científica e académica.
- Repositórios de publicações e dados científicos, revistas científicas e outros.
- Impacto do acesso aberto na comunidade científica e nos rankings tradicionais e alternativos.
- Acesso aberto para uma ciência e uma investigação aberta.
- Auto-arquivo e envolvimento da comunidade científica na construção de repositórios.
- Direitos de autor.
Submissão de Trabalhos: até 3 maio de 2013.
22 de março de 2013
Open Knowledge Conference 2013
Foi anunciada a nova edição da OKCon, uma conferência dedicada ao Open Data e Open Knowledge. Este ano vai-se realizar na cidade de Geneva na Suiça dias 17 e 18 de Setembro. As inscrições já estão abertas. Fica a referência. Fica também a nota para os interessados que os conteudos e videos da edição de 2012 em Helsinkia ainda se encontram disponiveis para consulta livre.
15 de dezembro de 2012
Workshop OpenAIRE - U.Minho, Braga, 7-8 Fevereiro
Dias 7 e 8 de Fevereiro vai-se realizar em Braga um workshop com presenças internacionais sobre a interoperabilidade do OpenAIRE, sobre repositórios abertos na área de investigação cientifica.
Fica aqui a referência.
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